Mãos à Escrita
Jornal do Agrupamento Professor João de Meira
Pesquisa

«Planeta Sprit»
Por Alzira Guedes (Professora), em 2014/05/01918 leram | 0 comentários | 631 gostam
Texto redigido por Pedro Miguel Dias, 6º. C
O Planeta «Sprit»

            Tinha eu acabado o curso de engenharia aerospacial em Lisboa, com média de dezanove valores, quando a NASA me convocou para uma missão no espaço: descobrir um planeta desconhecido. Senti-me muito especial, por ter sido eu o escolhido entre muitos candidatos. Afinal eu não tinha experiência profissional. Enfim, se eu conseguisse concretizar a missão, ia ficar para a História mas, se falhasse, podia perder a própria vida!
           No dia cinco de julho, pelas quinze horas e trinta minutos, descolei a bordo do foguetão «Estrela».
           Passados alguns dias, avistei um planeta de cor vermelha. Era redondo como uma bola de futebol gigante. Fascinado com a descoberta, decidi pousar sobre ele. O planeta estava cheio de crateras profundas. Ao passar por uma delas ouvi um som parecido com “sprit”. Como queria saber o que estava lá dentro, fui buscar o equipamento de escalada. Com o equipamento pronto, preparei-me para descer às profundezas. Apesar do medo que senti, desci com um cinto preso a uma corda e com uma lanterna no capacete. No fundo da cratera, vi um ser de cor verde a dizer “sprit”. Aproximei-me dele e reparei que se tratava de um Extraterrestre, com duas antenas, olhos grandes e com mãos em forma de patas de sapo. Estava preso e precisava de ajuda. Então, ajudei-o.
             Quando saímos da cratera, ele começou a dizer “groll”. Percebi que me estava a agradecer. De repente, a nave apitou. Era uma mensagem da terra a avisar-me que tinha de regressar.
              Despedi-me do Extraterrestre e tirei uma fotografia com ele para provar a minha descoberta.
              Foi bom ter voltado para casa são e salvo e ter sido o primeiro a ter uma prova da existência de extraterrestre. Chamei àquele planeta, «Planeta Sprit».


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